29 de dezembro de 2007

"Feliz 2008!!!"

O grupo "The Awesome Stuff" deseja um ano de 2008 o mais verde e
"limpo" possível!!!

O Planeta Terra agradece!!!

Imagem: www.lxjovem.pt/docs/imagens/passagemano_0.jpg

24 de dezembro de 2007

Floresta em época natalícia (reflexão II)

Natal. Uma época de extrema importância para os cristãos espalhados por todo o mundo. Comemorado neste dia 25 de Dezembro, segundo os fiéis católicos, dia do nascimento do dito Messias que, de acordo com as escrituras, foi enviado à Terra para salvar a humanidade.

bonito…

mas deixemo-nos de teologia.

O facto é que esta época festiva, marcada pelo marketing dos tempos modernos, tem como protagonista uma árvore por nós bastante conhecida: Pinus, uma gimnospérmica da família Pinaceae, mais vulgarmente conhecida por Pinheiro.


Naturalmente é uma época essencial para lembrarmos a importância da floresta na nossa existência.


A floresta, universo de diversos ecossistemas, é fundamental na reciclagem do dióxido de carbono e na estruturação do território. É um dos grandes intervenientes na diminuição do efeito de estufa e consequente aquecimento global. Desempenha um papel notável na preservação do planeta.



Mas será que para melhorarmos a nossa situação ambiental, é necessário um novo Messias?


Com isto vos deixo

(Parece que o bacalhau já está na mesa!)

Um Bom Natal!
(image from www.fotosensivel.com)


20 de dezembro de 2007

Feliz Natal!

Já sabe o que vai oferecer ao Planeta Terra para o Natal?!

Nós já sabemos...vamos poupar energia.

Faça o mesmo!

"The Awesome Stuff " deseja um Feliz Natal e um Próspero Ano Novo a todos os visitantes do blog.

Plano Nacional de Barragens

A construção de mais 10 barragens em Portugal é um grande erro, pois os aumentos dos consumos de electricidade têm vindo constantemente a crescer, e o Governo português, ao construir estas 10 barragens parte do princípio que assim tem de continuar a ser.
Deste modo, não se está a apostar na melhor estratégia, que é mais eficiente, mais económica e que aposta na redução do consumo de electricidade com base no aumento da poupança e da eficiência energética.
Torna-se preocupante a falta de rigor na avaliação que é feita dos impactes ambientais, sociais, patrimoniais, e ambientais de cada empreendimento por si, assim como o efeito cumulativo das 10 barragens.

Barragem de Fridão:
A cota da barragem de Fridão, situada a cerca de 11km de Amarante é de 145, sendo a cota actual da Cidade no Mosteiro de S. Gonçalo de 62. Logo o desnível é de 83m.
Como é possível fazer propostas destas que, para além de destruir a beleza e a harmonia existente entre o património natural e o construído da cidade, são uma verdadeira ameaça à sua qualidade de vida, pelos perigos que representam para a saúde pública (má qualidade das águas) e uma ameaça permanente em termos de segurança pública.
P.S.- Façam "ouvir" a vossa opinião, deixando um comentário neste artigo

18 de dezembro de 2007

E aí está, mais uma vez: “Google investe nas energias renováveis”


Esta empresa, criadora do tão afamado motor de busca, não para de nos surpreender. A situação crítica em que se encontra o ambiente e o iminente aquecimento global, foram razões pelas quais a Google decidiu investir no estudo de energias alternativas, mais concretamente as energias solar, eólica e geotérmica.

Este projecto tem como base a produção de energia
eléctrica, por meio de uma fonte renovável, com capacidade suficiente de abastecer, durante alguns anos, uma cidade como S. Francisco.

A empresa prevê investir dezenas de milhares de dólares nas chamadas “energias do futuro”, com o intuito de produzir uma que seja mais económica e menos poluente do que o carvão, um dos líderes quando falamos em combustíveis fósseis.

É de louvar que instituições como esta tenham em consideração o agravamento das condições ambientais no nosso planeta.

Um Bom Natal!

(image from www.ineedhits.com)

10 de dezembro de 2007

Cartas para o futuro

Gostava de saber se os esforços para a boa gestão do planeta estão a resultar? Será que estamos a contribuir para que os nossos sucessores tenham um planeta onde viver?
O site norte-americano DeSmogBlog está preocupado com este facto e proporcionou no seu blog a oportunidade de "enviar" cartas para as gerações que daqui a 100 anos viverão na Terra. Estas cartas consistem em identificar os nossos erros e descrever o nosso ambiente para no futuro analisarem o crescimento ou não-crescimento do planeta, num prisma temporal de 100 anos. Estas estão afixadas no site e os responsáveis prevêem grande afluência a esta iniciativa. O DeSmogBlog é o resultado de uma equipa de activistas, cientistas, ambientalistas que, liderada pelo relações púbicas: Jim Hoggan, se esforçam por um mundo melhor, lutando contra grandes entidades políticas e outras empresas de dinheiro ganho "a partir de poluição", esclarecendo a população e descredibilizando tais entidades.

Fonte: -http://www.desmogblog.com/about_us
-http://ecosfera.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1312702

9 de dezembro de 2007

Governo aprova Programa Nacional de Barragens para a construção de 10 barragens

O Programa Nacional de Barragens foi aprovado, tendo o governo de Sócrates mantido a opção de construir as 10 barragens inicialmente anunciadas. As barragens aprovadas depois de concluído o processo de consulta pública são: Foz Tua, no rio Tua, Vidago, no rio Tâmega, e Pinhosão, no rio Vouga, Padroselos, Daivões, Gouvães, Fridão, Girabolhos, Alvito e Almourol. Em breve serão lançados concursos públicos internacionais para os aproveitamentos do Fridão (Tâmega), Padroselos (Beça/Tâmega), Gouvães (Torno/Tâmega), Daivões (Tâmega), Vidago (Tâmega), Almourol (Tejo), Pinhosão (Vouga), Girabolhos (Mondego) e Alvito (Ocreza). Entretanto, a construção da barragem de Foz Tua vai arrancar dentro de um ano, sendo a única que será alvo de um concurso simplificado, por ter sido a primeira a ter uma entidade interessada na sua edificação, a EDP.
A sua construção deverá iniciar-se dentro de 12 meses.
O Plano Nacional de Barragens que foi ontem apresentado vai implicar um investimento total de 1.140 milhões de euros e aumentar a capacidade hídrica instalada no país em mais 1.100 megawatts (MW).

Fonte: http://ondas3.blogs.sapo.pt/

3 de dezembro de 2007

Será este o futuro da energia eólica?!

Super turbina eólica utiliza levitação magnética para produzir até 1 GW.



Turbina com levitação magnética

Nesta semana, a empresa MagLev apresentou na China aquela que poderá ser a solução tecnológica que faltava para a viabilização económica da energia eólica. Com um design totalmente diferente dos tradicionais cata-ventos, a turbina MagLev utiliza levitação magnética para oferecer um desempenho muito superior em relação às turbinas tradicionais.

As pás verticais da turbina de vento são suspensas no ar acima da base do equipamento. Ao invés de se sustentarem e de girarem sobre rolamentos, essas pás ficam suspensas, sem contacto com outras partes mecânicas - e, portanto, podem girar sem atrito, o que aumenta exponencialmente seu rendimento.

Viabilização económica da energia eólica

Segundo a empresa, a turbina MagLev consegue gerar energia a partir de brisas de apenas 1,5 metros por segundo e consegue suportar até vendavais de até 40 metros por segundo - o equivalente a 144 km/h.

As maiores turbinas eólicas actuais geram 5 MW de potência. Já uma única MagLev gigantesca poderia gerar 1 GW, suficiente para abastecer 750.000 residências. Isso acontece porque a nova turbina pode ser construída em dimensões muito grandes, o que não acontece com os tradicionais cata-ventos.

Segundo a empresa, a nova turbina gera 20% a mais de energia em relação à turbinas convencionais e tem um custo de manutenção 50% menor. Ainda segundo as estimativas do seu fabricante, uma super-turbina eólica que utiliza levitação magnética poderá funcionar continuamente por… 500 anos.

Chineses constroem “uma central de Sines” de quatro em quatro dias


No mundo ideal, as casas quase não gastam energia, o sol e o vento é que produzem electricidade e ninguém mais teme o aquecimento global. No entanto, não é o que está a acontecer.
O relatório anual sobre o futuro energético global (World Energy Outlook 2007), diz que a humanidade consumirá ainda mais petróleo e carvão em 2030 do que hoje. E qualquer solução para aliviar os problemas da dependência dos combustíveis fósseis passará pela China e pela Índia, os dois "gigantes emergentes da economia mundial e do mercado energético", como diz o documento.

Pois só em 2006, a China construiu 105 gigawatts de potência em centrais térmicas, sobretudo a carvão. Isto significa, em média, instalar uma central como a de Sines - a maior de Portugal - a cada quatro dias. A Índia, segundo o WEO2007, vai precisar de 400 gigawatts de capacidade adicional até 2030. Tudo se mede em números superlativos. A frota automóvel chinesa era de 5,5 milhões de veículos em 1990. Em 2005, tinha subido para 37 milhões e até 2030 explodirá para 270 milhões. As vendas de carros novos deverão superar as dos Estados Unidos já em 2015.

Outra evidência do relatório é a de que a utilização do carvão - o mais sujo dos combustíveis fósseis - vai continuar a subir em flecha, cerca de 73 por cento entre 2005 e 2030, num cenário de referência, que conta apenas com as políticas que já estão em curso neste momento. Mais uma vez, a China e a Índia são as locomotivas: ambas respondem por 80 por cento deste aumento.

Mesmo com os preços actuais a chegarem aos 100 dólares o barril, o consumo de petróleo também sobe no futuro. Em 2030, poderá chegar aos 116 milhões de barris por dia, 37 por cento mais do que hoje.
O petróleo ainda continuará a ser a fonte de energia mais usada, embora o seu peso diminua.

Fonte: http://economia.publico.clix.pt

2 de dezembro de 2007

Produção de Energia Eléctrica em Portugal



A produção de electricidade em Portugal, é caracterizada ao nível da potência instalada pelo predomínio da produção térmica com cerca de 50%, sendo o gás natural responsável por ¼ deste valor.
As grandes centrais hídricas, representam pouco mais de 35%, enquanto que os outros tipos de produção (mini-hídricas, eólica, cogeração) representam os restantes 15%.

Fonte:Fernando Faria (Museu da Electricidade/EDP)
Imagem:pt.wikipedia.org/wiki/Imagem:Flag_of_Portugal.svg

Em Portugal cada hora de consumo de luz representa 5 minutos de eólica

A cada hora de consumo de electricidade pelos portugueses 5 minutos já representam produção eólica.
Isto porque Portugal atingiu os 2 mil MegaWatts (MW) de potência instalada em parques eólicos, durante o mês de Agosto.

De acordo com a Associação Portuguesa de Energias Renováveis (APREN), em Portugal esta fonte de produção de energia encontra-se em crescente desenvolvimento e já assegura cerca de 8% de electricidade consumida anualmente no nosso país, prevendo que em 2010 este valor atinja os 15%.

E já agora o funcionamento das Centrais Hidroeléctricas...


As Centrais hidroeléctricas, são instalações nas quais se produz energia eléctrica a partir da energia potencial das águas dos rios e lagos.
A água retida na albufeira é desviada através de um circuito hidráulico, normalmente constituído por um túnel e/ou conduta forçada, para uma central onde a água em movimento é aproveitada par impulsionar as pás de uma turbina, a qual, por sua vez, faz mover a peça móvel e um alternador (rotor), cujo eixo está directamente acoplado ao da turbina.
A rotação imprimida pela turbina ao rotor provoca um fenómeno de indução que gera, na peça fixa do alternador (estator), correntes eléctricas elevadas.
A tensão da energia produzida é elevada através de transformadores, para um nível de tensão mais adequado ao transporte da energia eléctrica a grande distância.
A hidroelectricidade,é um recurso energético renovável, isto é, a sua fonte, a água, é teoricamente inesgotável, pois circula na natureza em circuito fechado.

Fonte: Fernando Faria (Museu da Electricidade/EDP)
Imagem:http://www.venezuelatuya.com

1 de dezembro de 2007

Funcionamento das Centrais Eólicas



As Centrais eólicas, são instalações em que se produz energia eléctrica a partir da energia potencial do vento. A energia do vento, faz rodar as lâminas de uma turbina, sendo assim recuperada sob a forma de energia mecânica no veio do rotor, que por sua vez é convertida em energia eléctrica pelo gerador.
Durante o funcionamento, o aerogerador é posicionado de modo a que o plano das pás fique perpendicular à direcção do vento. O gerador, debita uma potência eléctrica crescente até à potência nominal. Todas as funções do aerogerador são monitorizadas e controladas por um microprocessador.
Um dos problemas deste sistema de produção eléctrica é que o vento não sopra com intensidade todo o ano. Outro entrave, é o facto do vento ter de atingir uma velocidade superior a 20 km/hora para girar a turbina a uma velocidade suficientemente rápida.

Fonte: Fernando Faria (Museu de Electricidade/EDP)
Imagem: http://www.naturlink.pt

Serão as Energias Renováveis uma das soluções para a pobreza?

De acordo com o relatório divulgado pelo Programa Ambiental das Nações Unidas (United Nations Environment Programme), no qual foram examinados 13 países em desenvolvimento, o uso de Energias Renováveis poderá resolver grande parte dos problemas que estas populações, maioritariamente localizadas em África, Ásia e América latina, têm vindo a sofrer, nomeadamente a fome e a dependência dos combustíveis fósseis.

Estima-se que a capacidade de produção de energia destes países ultrapassa os actuais 50 mil megawatts produzidos em todo o mundo, suficiente para servir todos os lares norte-americanos num dia ventoso.(Energia Eólica)

Países como o Sri Lanka, Guatemala, Honduras, Quénia, Nepal, Nicarágua têm capacidade de aumentar até 10 vezes mais a sua actual produção. Mesmo a China na produção de energia, poderia ir para além de uns notáveis 100 mil megawatts.

Com isto deixo-vos aqui uma citação que me pareceu adequada:


“ (…) Give us the tools and we will finish the Job.”

(tradução: " (...) dêem-nos as ferramentas, e acabaremos o trabalho.")


(Winston Churchill, in BBC radio broadcast, 1941-02-09)